terça-feira, 1 de março de 2011

POIS É

Dificilmente as pequenas cidades, em particular as de interior, crescerão. Exceto aquelas poucas, que por simples obra do ocaso ou por uma mudança radical de gestão, encontrarão o veio da mina. Afirmamos isto, com muita convicção, e por conhecer a fundo os malefícios de uma política assistencialista. Assistencialismo dá popularidade momentânea, mas não altera a classificação de desenvolvimento da cidade e não consegue nem a médio prazo, respostas concretas às necessidades de uma população. Daí a conclusão de não bastar o gasto do dinheiro público tão somente com as necessidades básicas, o artifício de distribuir benesses ou se aliar apenas a uma ou duas classes sociais. É mais do que preciso competência, conhecimento, decisão e abdicação de vaidades. Não basta pão, circo e assento confortável. É preciso urgente, que as cidades pequenas saiam dessa sonolência, possam buscar capacitação e abraçar mudanças. Está passando do tempo de projetar o futuro, cobrar resultados, renovar conceitos e práticas ultrapassadas. Administrar recursos públicos é coisa séria, exige capacitação, visão futura e coragem para mudar. Comece a pensar nisso para as próximas eleições... Nào concordem com releição em nenhum nível. ..Pois é... ( w. catizany, escreveu)